Melhora da educação e país mais velho turbinam avanço do emprego
Valor – Com estrutura educacional e etária similar à de 2016, rendimento atual do trabalhador seria menor, apontam pesquisadores do FGV IBRE.
Valor – Com estrutura educacional e etária similar à de 2016, rendimento atual do trabalhador seria menor, apontam pesquisadores do FGV IBRE.
Mudanças etárias e educacionais da população brasileira indicam que o mercado de trabalho do país está menos aquecido do que parece. Isso ajudaria a explicar por que, apesar de o emprego renovar recordes, a inflação não explodiu. Se o mercado de trabalho do Brasil tivesse hoje a mesma composição de 2016, antes da reforma trabalhista, a taxa de desemprego seria mais elevada, enquanto a taxa de participação e o nível de ocupação seriam inferiores. Além disso, os rendimentos se manteriam em patamar semelhante ao de cinco anos atrás, período pré-pandemia, com crescimento real reduzido.