Na mídia

Um balanço da evolução da produtividade durante a pandemia

Um balanço da evolução da produtividade durante a pandemia

Blog do IBRE – A evolução da produtividade durante a pandemia refletiu o profundo impacto no mercado de trabalho e na composição setorial da economia.

Blog do IBRE – A evolução da produtividade durante a pandemia refletiu o profundo impacto no mercado de trabalho e na composição setorial da economia. Em 2022 a produtividade do Brasil retornou à trajetória de queda do período pré-pandemia. 

Desde 2020 tenho discutido neste espaço a evolução da produtividade ao longo da pandemia. Com base em diversos estudos e indicadores divulgados ao longo deste período, já é possível fazer um balanço do comportamento da produtividade durante a crise sanitária.

Produtividade cai em 2022 e cenário para 2023 segue pouco animador

Produtividade cai em 2022 e cenário para 2023 segue pouco animador

Valor – Após nova piora no último trimestre de 2022, a produtividade do trabalho no Brasil fechou o ano passado em queda mais uma vez, apesar do avanço da formalidade no mercado de trabalho.

Valor – Após nova piora no último trimestre de 2022, a produtividade do trabalho no Brasil fechou o ano passado em queda mais uma vez, apesar do avanço da formalidade no mercado de trabalho. O comportamento reforça a percepção de que os ganhos de produtividade na pandemia foram fruto de efeitos particulares e passageiros. E as perspectivas para 2023 não são mais animadoras, com possibilidade de outra contração.

MEIs são mais escolarizados e têm maior renda que os CLTs, mostra pesquisa da FGV

MEIs são mais escolarizados e têm maior renda que os CLTs, mostra pesquisa da FGV

G1 – Parcela de MEIs com ensino superior completo (31,3%) é maior que dos trabalhadores com carteira (22,4%); mais da metade (56,4%) dos MEIs ganham mais de dois salários mínimos, proporção bem superior à dos empregados formais (32,1%).

G1 – Parcela de MEIs com ensino superior completo (31,3%) é maior que dos trabalhadores com carteira (22,4%); mais da metade (56,4%) dos MEIs ganham mais de dois salários mínimos, proporção bem superior à dos empregados formais (32,1%).

Pesquisa do FGV IBRE, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE, mostra que os microempreendedores individuais (MEIs) são mais escolarizados e têm maior rendimento que os trabalhadores com carteira assinada.

É preciso aperfeiçoar o MEI

É preciso aperfeiçoar o MEI

Estadão – Estudo do FGV Ibre aponta distorções e falta de foco no programa criado para promover a inclusão previdenciária de trabalhadores que atuam na informalidade.

Estadão – Estudo do FGV Ibre aponta distorções e falta de foco no programa criado para promover a inclusão previdenciária de trabalhadores que atuam na informalidade.

Estudo do FGV IBRE sobre o MEI ganha destaque na mídia. Recomendação é reformular, e não ampliar esse regime

Estudo do FGV IBRE sobre o MEI ganha destaque na mídia. Recomendação é reformular, e não ampliar esse regime

Blog da Conjuntura Econômica – A Carta do IBRE da revista Conjuntura Econômica de fevereiro foi destaque do jornal Valor Econômico nesta terça (7/2). Artigo do diretor do FGV IBRE Luiz Schymura e matéria&nbsp

Blog da Conjuntura Econômica – A Carta do IBRE da revista Conjuntura Econômica de fevereiro foi destaque do jornal Valor Econômico nesta terça (7/2). Artigo do diretor do FGV IBRE Luiz Schymura e matéria com os pesquisadores do IBRE Fernando Veloso, Fernando de Holanda Barbosa Filho e Janaína Feijó (ambos os links podem estar restritos a assinantes do jornal), repercutiram o detalhado levantamento realizado por Veloso e Barbosa sobre o regime de microempreendedor individual (MEI), apontando a falta

Novas Evidências sobre o Trabalho por Conta Própria

Novas Evidências sobre o Trabalho por Conta Própria

Blog do IBRE – O desafio que se coloca é como desenhar políticas trabalhistas e previdenciárias de modo a satisfazer as preferências por independência e proteção dos trabalhadores por conta própria sem custos regulatórios e fiscais elevados. 

Blog do IBRE – O desafio que se coloca é como desenhar políticas trabalhistas e previdenciárias de modo a satisfazer as preferências por independência e proteção dos trabalhadores por conta própria sem custos regulatórios e fiscais elevados. 

Um terço dos trabalhadores por conta própria prefere trabalhar assim, mostra sondagem da FGV

Um terço dos trabalhadores por conta própria prefere trabalhar assim, mostra sondagem da FGV

Estadão – O trabalho por conta própria, marcado pela informalidade, é procurado, principalmente, como alternativa para garantir renda na falta de um emprego com carteira assinada, mas em torno de um terço dos trabalhadores nessas condições par

Estadão – O trabalho por conta própria, marcado pela informalidade, é procurado, principalmente, como alternativa para garantir renda na falta de um emprego com carteira assinada, mas em torno de um terço dos trabalhadores nessas condições parece preferir trabalhar assim, sugerem os dados de novembro e dezembro da Sondagem do Mercado de Trabalho, nova pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

“Produtividade dependerá das escolhas do novo governo”

“Produtividade dependerá das escolhas do novo governo”

Blog da Conjuntura Econômica – Aumento da produtividade é essencial para o crescimento brasileiro de longo prazo, e será destaque da cobertura do Blog durante 2023.

Blog da Conjuntura Econômica – Aumento da produtividade é essencial para o crescimento brasileiro de longo prazo, e será destaque da cobertura do Blog durante 2023. Começamos com os principais trechos da entrevista de Fernando Veloso, coordenador do Observatório da Produtividade Regis Bonelli, publicada na Conjuntura Econômica de janeiro: