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O Retrocesso industrial e o declínio da produtividade

O Retrocesso industrial e o declínio da produtividade

IEDI – A queda da produtividade do Brasil, nos últimos anos, tem razões mais complexas do que aquelas que mais vêm sendo debatidas.

IEDI – A queda da produtividade do Brasil, nos últimos anos, tem razões mais complexas do que aquelas que mais vêm sendo debatidas. Além dos problemas internos a cada empresa e a cada setor, dados do IBRE/FGV permitem concluir que a composição da nossa estrutura econômica é o fator que mais tem contribuído negativamente para a produtividade do país. 

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Produtividade do trabalho tem o pior resultado desde 2016

Produtividade do trabalho tem o pior resultado desde 2016

Estadão – Estudo da FGV mostra que desde de 2017 indicador vem caindo, mas ritmo cresceu e aumento da informalidade justificaria fenômeno.

Estadão – Estudo da FGV mostra que desde de 2017 indicador vem caindo, mas ritmo cresceu e aumento da informalidade justificaria fenômeno.
RIO - A produtividade do trabalho no País recuou 1,7% no segundo trimestre de 2019, em comparação com o segundo trimestre de 2018. Foi o pior resultado desde o primeiro trimestre de 2016, quando a produtividade do trabalho havia recuado 2,2%. Os cálculos são de um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast. 

Entrevista com Santiago Levy – Pesquisador sênior da Brookings Institution

Entrevista com Santiago Levy – Pesquisador sênior da Brookings Institution

Revista Conjuntura Econômica – Estabilidade macroeconômica, abertura comercial, aumento de investimento e de escolaridade.

Revista Conjuntura Econômica – Estabilidade macroeconômica, abertura comercial, aumento de investimento e de escolaridade. Apontados na literatura como fundamentais para um país próspero e produtivo, esses elementos não têm sido suficientes para garantir dinamismo econômico ao México. De 1996 a 2015, o PIB per capita do país expandiu-se apenas 1,2% ao ano.

Carta do IBRE – A contribuição do FGV IBRE para a produtividade

Carta do IBRE – A contribuição do FGV IBRE para a produtividade

Revista Conjuntura Econômica – A produtividade do trabalho no Brasil por hora trabalhada cresceu em média apenas 0,4% ao ano entre 1982 e 2018.

Revista Conjuntura Econômica – A produtividade do trabalho no Brasil por hora trabalhada cresceu em média apenas 0,4% ao ano entre 1982 e 2018. Esse ritmo é extremamente lento para um país em desenvolvimento, e se constitui numa das causas centrais pelas quais o Brasil há décadas não converge para os padrões socioeconômicos dos países mais avançados. Entender, diagnosticar e propor soluções para o problema do baixo crescimento da produtividade brasileira, portanto, é um ponto crucial da atual agenda de desenvolvimento do país.

Acelerador do PIB

Acelerador do PIB

Revista Conjuntura Econômica – Além de equilibrar as contas públicas, para crescer mais é preciso perseverar em reformas que ampliem a produtividade da economia brasileira

Revista Conjuntura Econômica – Além de equilibrar as contas públicas, para crescer mais é preciso perseverar em reformas que ampliem a produtividade da economia brasileira

Produtividade do trabalho cai no 1º tri

Produtividade do trabalho cai no 1º tri

Valor – A produtividade do trabalho voltou ao terreno negativo no primeiro trimestre deste ano, recuando 1,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

Valor – A produtividade do trabalho voltou ao terreno negativo no primeiro trimestre deste ano, recuando 1,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Nessa base de comparação, o indicador caiu 1,2% no setor de serviços e 1,2% também na indústria, nos dois casos um resultado pior do que no trimestre anterior. Na agropecuária, a produtividade por hora trabalhada cresceu 0,4% sobre igual intervalo de 2018, mas, apesar do número positivo, houve uma desaceleração expressiva comparado ao aumento de 2,8% do quarto trimestre do ano passado.

Produtividade cai 1% no 1º trimestre, pior resultado desde 2016, aponta FGV

Produtividade cai 1% no 1º trimestre, pior resultado desde 2016, aponta FGV

G1 – Setor de serviços acumula o 20º trimestre consecutivo de queda da produtividade; no caso da indústria, recuo interrompeu sequência de 12 trimestres seguidos de alta.

G1 – Setor de serviços acumula o 20º trimestre consecutivo de queda da produtividade; no caso da indústria, recuo interrompeu sequência de 12 trimestres seguidos de alta.

A produtividade do trabalho caiu 1,1% no primeiro trimestre deste ano em relação a 2018, levando ao pior resultado desde o primeiro trimestre de 2016, quando a queda foi de 2,2%. O estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) analisa a taxa de crescimento da produtividade por hora trabalhada.

Em meio à crise, produtividade do trabalho caiu no primeiro trimestre

Em meio à crise, produtividade do trabalho caiu no primeiro trimestre

Record News – SP – HORA NEWS VII – E falando em dinheiro. A pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas aponta que a produtividade do trabalho caiu nesse primeiro trimestre.

Record News – SP – HORA NEWS VII – E falando em dinheiro. A pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas aponta que a produtividade do trabalho caiu nesse primeiro trimestre.

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Produtividade do trabalho recua 1,1% no primeiro trimestre

Produtividade do trabalho recua 1,1% no primeiro trimestre

Estadão – Em meio a um cenário de perda de força da atividade econômica e avanço do emprego informal, a produtividade do trabalho na economia voltou a encolher no primeiro trimestre, segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fun

Estadão – Em meio a um cenário de perda de força da atividade econômica e avanço do emprego informal, a produtividade do trabalho na economia voltou a encolher no primeiro trimestre, segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).