Na mídia

Produtividade mundial estagnada em 2021

Produtividade mundial estagnada em 2021

Blog do IBRE – Após crescimento de 4,5% em 2020, a produtividade por hora trabalhada mundial ficou estagnada em 2021, embora com grande heterogeneidade entre países.

Blog do IBRE – Após crescimento de 4,5% em 2020, a produtividade por hora trabalhada mundial ficou estagnada em 2021, embora com grande heterogeneidade entre países. Em 2022 a produtividade mundial provavelmente retornará ao padrão de baixo crescimento que prevalecia antes da pandemia. 

Políticas ativas de mercado de trabalho

Políticas ativas de mercado de trabalho

Blog do IBRE – O mercado de trabalho brasileiro é caracterizado por uma crônica dificuldade de inserção produtiva, que foi agravada pela pandemia.

Blog do IBRE – O mercado de trabalho brasileiro é caracterizado por uma crônica dificuldade de inserção produtiva, que foi agravada pela pandemia. Diante desse quadro, políticas bem desenhadas de intermediação e qualificação profissional são fundamentais para aumentar o emprego e salários. 

É essencial candidatos apresentarem propostas para reduzir desemprego

É essencial candidatos apresentarem propostas para reduzir desemprego

O Globo – Soluções para combater a chaga do desemprego são urgentes neste ano de eleições. Doze milhões de brasileiros procuram trabalho, ou 11% da força economicamente ativa.

O Globo – Soluções para combater a chaga do desemprego são urgentes neste ano de eleições. Doze milhões de brasileiros procuram trabalho, ou 11% da força economicamente ativa. Enredados nesse drama estão outros quase 5 milhões que não aparecem na estatística do desemprego simplesmente porque desistiram de procurar vaga.

Desemprego abaixo de 10% nem em 2026, diz IBRE

Desemprego abaixo de 10% nem em 2026, diz IBRE

Valor – Após o choque da covid na economia em 2020, alguns indicadores do mercado de trabalho brasileiro, sobretudo em termos de emprego, já haviam retornado aos níveis pré-pandemia no fim de 2021.

Valor – Após o choque da covid na economia em 2020, alguns indicadores do mercado de trabalho brasileiro, sobretudo em termos de emprego, já haviam retornado aos níveis pré-pandemia no fim de 2021. A constatação não é, necessariamente, uma boa notícia, tanto porque o patamar anterior à crise sanitária já era pior do que o observado antes da recessão de 2015-2016 quanto porque outras dimensões importantes do mercado ainda estavam aquém.

Produtividade abaixo do nível pré-pandemia

Produtividade abaixo do nível pré-pandemia

Blog do IBRE – A queda da produtividade em 2021 decorreu da reversão das mudanças na composição da produção e do emprego que tinham ocorrido em 2020.

Blog do IBRE – A queda da produtividade em 2021 decorreu da reversão das mudanças na composição da produção e do emprego que tinham ocorrido em 2020. A produtividade se encontra abaixo do nível pré-pandemia e, com a retomada dos setores menos produtivos, pode ocorrer nova queda este ano. 

Não há enigma para o baixo crescimento econômico do país

Não há enigma para o baixo crescimento econômico do país

Folha – E o mundo pós-pandemia demandará ainda mais políticas sociais. A pandemia do coronavírus deixou cicatrizes profundas.

Folha – E o mundo pós-pandemia demandará ainda mais políticas sociais. A pandemia do coronavírus deixou cicatrizes profundas. Além dos milhões de vidas perdidas, o choque sobre a economia foi muito desigual, afetando muito mais os setores intensivos em trabalho e de baixa produtividade, atingindo mais os trabalhadores informais e pouco escolarizados, como destacado nos estudos divulgados pelo Observatório da Produtividade Regis Bonelli.

A fragilidade da renda

A fragilidade da renda

Folha – A pandemia prejudicou mais os trabalhadores informais e pouco escolarizados. Conforme esperado, o processo de normalização da economia segue em frente, ainda que com contratempos.

Folha – A pandemia prejudicou mais os trabalhadores informais e pouco escolarizados. Conforme esperado, o processo de normalização da economia segue em frente, ainda que com contratempos. De acordo com o último dado divulgado pelo IBGE e analisado pela equipe de mercado de trabalho do FGV-Ibre, o emprego em janeiro último já estava no mesmo patamar de fevereiro de 2020, antes da pandemia. A recuperação do emprego tem sido mais generalizada, tanto para trabalhadores formais quanto para informais.

Produtividade do trabalho tem queda forte em 2021

Produtividade do trabalho tem queda forte em 2021

Valor – A produtividade do trabalho no Brasil seguiu em queda no último trimestre de 2021, confirmando que a forte elevação observada em 2020 foi temporária e se reverteu ao longo do ano passado.

Valor – A produtividade do trabalho no Brasil seguiu em queda no último trimestre de 2021, confirmando que a forte elevação observada em 2020 foi temporária e se reverteu ao longo do ano passado. Para este ano, o quadro tende a piorar um pouco mais. Após saltar 12,1% em 2020, a produtividade por horas efetivamente trabalhadas caiu 8,3% em 2021.

Clique aqui para ler a versão completa

A fragilidade de quem trabalha menos horas do que gostaria

A fragilidade de quem trabalha menos horas do que gostaria

Blog do IBRE – Subocupação por insuficiência de horas trabalhadas é uma das faces da fragilidade do mercado de trabalho brasileiro.

Blog do IBRE – Subocupação por insuficiência de horas trabalhadas é uma das faces da fragilidade do mercado de trabalho brasileiro. Grupo é formado majoritariamente por informais, mulheres, pretos e pardos, pessoas com baixo nível educacional, do setor de serviços e do Nordeste e Sudeste.

Mulheres ganhavam 19,9% menos que homens em 2021, aponta FGV

Mulheres ganhavam 19,9% menos que homens em 2021, aponta FGV

Estadão – As mulheres ainda ganhavam 19,9% a menos do que os homens no mercado de trabalho no ano de 2021, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Estadão – As mulheres ainda ganhavam 19,9% a menos do que os homens no mercado de trabalho no ano de 2021, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV). A disparidade salarial era ainda maior entre os profissionais com mais anos de instrução: entre os trabalhadores com ensino superior completo, elas ganhavam 36,4% menos do que os homens com o mesmo grau de ensino.