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A recente divulgação, por parte do IBGE, das Contas Nacionais Trimestrais e dos dados da Pnad Contínua, permitiu o cálculo do indicador trimestral de produtividade do trabalho do IBRE/FGV.1 Os indicadores do segundo trimestre de 2019 apontaram para uma lenta recuperação do nível de atividade econômica, com crescimento do valor adicionado de apenas 0,9% em relação ao segundo trimestre do ano...
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A recente divulgação, por parte do IBGE, das Contas Nacionais Trimestrais e dos dados da Pnad Contínua, permitiu o cálculo do indicador trimestral de produtividade do trabalho do FGV IBRE.
Os números mostram que, no primeiro trimestre de 2019, a produtividade por hora trabalhada agregada, acumulada em 4 trimestres, apresentou queda de 0,3%.
Esta piora na taxa de crescimento da produtividade por...
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A recente divulgação, por parte do IBGE, das Contas Nacionais Trimestrais e dos dados da Pnad Contínua, permitiu o cálculo da taxa de crescimento da produtividade trimestral por hora trabalhada, acumulada em quatro trimestres, para o agregado da economia e para os grandes setores (agropecuária, indústria e serviços).
A taxa de crescimento da produtividade agregada ficou estável (crescimento de 0...
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Coautoria de Pedro Cavalcanti Ferreira e Bernardo Coelho
Como mostra a análise comparativa feita neste volume, a produtividade do trabalho brasileira é baixa em comparação com os países desenvolvidos e mesmo em relação a alguns países da América Latina, como o Chile. Além disso, após um período de convergência para a produtividade dos Estados Unidos no pós-guerra, a...
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Coautoria de Pedro Cavalcanti Ferreira e Bernardo Pereira Coelho
Está bem estabelecido que a produtividade brasileira, seja a produtividade do trabalho ou a produtividade total dos fatores, é baixa quando comparada a dos países desenvolvidos. Um trabalhador típico brasileiro produz menos que vinte por cento de um trabalhador americano e pouco mais que um quarto de um trabalhador...